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	<title>MHD Higiene - Excelência em suavidade e limpeza. &#187; Notícias</title>
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	<link>http://www.mhdhigiene.com.br</link>
	<description>Novo site institucional da MHD Higiene (mhdhigiene.com.br)</description>
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		<title>A farra dos sacos plásticos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 15:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos, todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal,... <a class="leiamais" href="http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/a-farra-dos-sacos-plasticos/">saiba mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos, todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico.</p>
<p>Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.</p>
<p>Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem.</p>
<p>A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna.</p>
<p>Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. <a href="#">Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza</a>. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.</p>
<p>No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água &#8211; retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis &#8211; e dificultam a compactação dos detritos.</p>
<p>Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação &#8211; e na cultura &#8211; de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos.</p>
<p>O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade.</p>
<p>A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso.</p>
<p>E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha.</p>
<p>Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas.</p>
<p>Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis.</p>
<p>Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados.</p>
<p>Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza.</p>
<p>Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza.</p>
<p>O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular.</p>
<p>A única iniciativa de regulamentar o que hoje acontece de forma aleatória e caótica, foi rechaçada pelo Congresso na legislatura passada. O então deputado Emerson Kapaz foi o relator da comissão criada para elaborar a &#8220;Política Nacional de Resíduos Sólidos&#8221;. Entre outros objetivos, o projeto apresentava propostas para a destinação inteligente dos resíduos, a redução do volume de lixo no Brasil, e definia regras claras para que produtores e comerciantes assumissem novas responsabilidades em relação aos resíduos que descartam na natureza, assumindo o ônus pela coleta e processamento de materiais que degradam o meio ambiente e a qualidade de vida.</p>
<p>O projeto elaborado pela comissão não chegou a ser votado. Não se sabe quando será. Sabe-se apenas que não está na pauta do Congresso. Omissão grave dos nossos parlamentares que não pode ser atribuída ao mero esquecimento. Há um lobby poderoso no Congresso trabalhando no sentido de esvaziar esse conjunto de propostas que atinge determinados setores da indústria e do comércio.</p>
<p>É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?</p>
<p><strong>André Trigueiro<br />
Fonte: <a href="http://www.mundosustentavel.com.br">www.mundosustentavel.com.br</a></strong></p>
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		<title>Recicle pilhas e baterias usadas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 15:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d&#8217;água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar. Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em... <a class="leiamais" href="http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/recicle-pilhas-e-baterias-usadas/">saiba mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d&#8217;água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar.</p>
<p>Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera.</p>
<p>Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.</p>
<p>Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro:</p>
<p>&#8220;As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado&#8221;.</p>
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		<title>Dez mandamentos da preservação</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 11:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; Estabelecer princípios ambientalistas É necessário estabelecer compromissos, padrões ambientais que incluam metas possíveis de serem alcançadas. 2 &#8211; Fazer uma investigação de recursos e processos Cada um de nós deve verificar os recursos que utiliza e o resíduo que os mesmos geram. É importante que se confira se há desperdício de matéria-prima e até mesmo de esforço humano. O objectivo é encontrar meios... <a class="leiamais" href="http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/dez-mandamentos-da-preservacao/">saiba mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 &#8211; Estabelecer princípios ambientalistas<br />
É necessário estabelecer compromissos, padrões ambientais que incluam metas possíveis de serem alcançadas.</p>
<p>2 &#8211; Fazer uma investigação de recursos e processos<br />
Cada um de nós deve verificar os recursos que utiliza e o resíduo que os mesmos geram. É importante que se confira se há desperdício de matéria-prima e até mesmo de esforço humano. O objectivo é encontrar meios para reduzir a utilização de determinados recursos e o desperdício.</p>
<p>3 &#8211; Estabelecer uma política ecológica de compras<br />
Até numa simples ida ao supermercado é necessário pensar no ambiente. Existem certos produtos que não são biodegradáveis e, por isso, devem ser dispensados. A preferência na escolha deve recair em produtos que sejam mais duráveis, de melhor qualidade, recicláveis ou que possam ser reutilizáveis. Devem evitar-se os produtos descartáveis não reciclados como canetas, utensílios para consumo de alimentos, copos de papel, etc.</p>
<p>4 &#8211; Incentivar os outros<br />
Falar com o maior número de pessoas sobre a importância de agirem de forma ambientalmente correcta é muito importante na luta pela defesa ambiental. A mensagem passada por via directa é sempre muito mais eficiente&#8230;</p>
<p>5 – Evitar o desperdício<br />
Fazer a selecção e reciclagem do lixo doméstico, fechar bem as torneiras, apagar luzes e desligar electrodomésticos quando não estiverem a ser utilizados, manter os filtros do sistema de ar condicionado e ventilação sempre limpos para evitar desperdício de energia eléctrica, usar os dois lados do papel ou tentar utilizar transportes não motorizados, como a bicicleta, são pequenos gestos que podem contribuir de uma forma abismal para a defesa do ambiente.</p>
<p>6 &#8211; Evitar poluir o meio ambiente<br />
Para a conservação do meio ambiente, é muito importante que todos tomem consciência de que é preciso diminuir a utilização de produtos tóxicos. No caso das empresas, urge encontrar alternativas para a substituição de solventes, tintas e outros produtos tóxicos. Em casa, até os pequenos gestos como a separação de pilhas e tinteiros de impressora para posterior reciclagem podem ter um grande significado na defesa do ambiente. Os automóveis também são uma enorme fonte de poluição. Para reduzir o efeito poluente dos carros, é necessário regular o motor do veículo e manter a pressão dos pneus nos níveis recomendáveis.</p>
<p>7 &#8211; Evitar riscos<br />
Para que se possam evitar riscos de ataques ambientais, é necessário que se esteja informado. Nos tempos que correm, a Ecologia está na ordem do dia e as informações sobre o que se deve ou não fazer estão ao alcance de todos.</p>
<p>8 &#8211; Registrar os resultados<br />
Uma boa forma de manter as metas ambientais sempre presentes é registar os seus objectivos ambientais e os resultados que conseguiu alcançar. Com este método, vai manter-se estimulado a continuar e vai conseguir avaliar as vantagens das medidas ambientais que adoptou.</p>
<p>9 – Comunicar<br />
No caso de problemas que possam prejudicar os seus vizinhos ou outras pessoas, tome a iniciativa de informá-los para que possam minimizar prejuízos. O diálogo é sempre a melhor via de chegar a um consenso.</p>
<p>10 – Dedicar tempo ao trabalho voluntário<br />
Se tiver tempo para actividades de trabalho voluntário, não hesite em associar-se às inúmeras actividades que se fazem em defesa do ambiente. A prática e a acção conferem ainda mais consciência ecológica.</p>
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		<title>Destruição do meio ambiente afeta economia mundial</title>
		<link>http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/destruicao-do-meio-ambiente-afeta-economia-mundial/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 11:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Furacões arrasadores, florestas cada vez menores, derretimento das geleiras, desaparecimento de espécies de animais e plantas, epidemia de doenças e especialmente uma defasagem econômica imensa. É enfatizando esse último item que as recentes pesquisas ecológicas querem chamar a atenção do mundo para as conseqüências catastróficas do desmatamento e do aquecimento global. O impacto econômico causado pelos problemas ambientais atuais já está sendo sentido em todo... <a class="leiamais" href="http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/destruicao-do-meio-ambiente-afeta-economia-mundial/">saiba mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Furacões arrasadores, florestas cada vez menores, derretimento das geleiras, desaparecimento de espécies de animais e plantas, epidemia de doenças e especialmente uma defasagem econômica imensa. É enfatizando esse último item que as recentes pesquisas ecológicas querem chamar a atenção do mundo para as conseqüências catastróficas do desmatamento e do aquecimento global.</p>
<p>O impacto econômico causado pelos problemas ambientais atuais já está sendo sentido em todo o planeta, e está se agravando rapidamente. Atualmente, a economia global está perdendo mais dinheiro com o desaparecimento das florestas do que com a crise financeira global vivida ao redor do mundo. De acordo com o estudo A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês), as perdas com a destruição das florestas equivalem a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. A pesquisa, encomendada pela União Européia (UE) aponta que os desperdícios anuais com o desmatamento vão de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões.</p>
<p>A quantia exorbitante é explicada pela importância que as florestas têm para a vida no planeta. Elas abrigam dois terços de todas as espécies terrestres conhecidas de plantas e animais, e são lar para milhares de populações indígenas que dependem delas para sua sobrevivência. Fornecem oxigênio, água limpa, remédio e também desempenham papel fundamental na manutenção do clima local e global.</p>
<p>Com a destruição das florestas, serviços e produtos que antes eram fornecidos gratuitamente pela natureza – como água limpa e absorção de dióxido de carbono – ficam prejudicados ou mesmo são interrompidos. Desta forma, o homem tem que passar a produzir esses serviços, que não serão mais fornecidos gratuitamente. Ou seja, sem florestas para absorver naturalmente o dióxido de carbono, é preciso criar e construir estruturas capazes de seqüestrar esse elemento, o que teria um custo. E não é só: outros setores como o turismo também sofreriam grandes perdas. E isso abalaria fortemente toda a economia mundial.</p>
<p>Além disso, os produtos florestais desempenham um papel crucial na economia dos países em desenvolvimento. As exportações de produtos florestais primários giram em torno de US$ 114 bilhões. Sem contar o valor que esses produtos têm para os consumidores locais, que muitas vezes dependem diretamente deles para seu sustento (alimentação e moradia). Desta forma, o desmatamento é devastador para a economia a longo prazo nesses países pela aniquilação vital de ecossistemas que oferecem serviços importantes e também pela potencial destruição de produtos florestais.</p>
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		<title>Cuidados com o meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 11:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Humberto de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Prefira sempre embalagens de vidro pois estas permitem infinitas reciclagens e não se decompõem na natureza. De todas as embalagens que as indústrias utilizam, as de vidro são consideradas das mais ecológicas, desde que não sejam desperdiçadas no lixo. 2. Procure produtos com a inscrição &#8220;Not tested on animals&#8221;, pois são aqueles cujos testes não foram efectuados em animais. Tente saber quais são as... <a class="leiamais" href="http://www.mhdhigiene.com.br/noticias/cuidados-com-o-meio-ambiente/">saiba mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. </strong>Prefira sempre embalagens de vidro pois estas permitem  infinitas reciclagens e não se decompõem na natureza. De todas as  embalagens que as indústrias utilizam, as de vidro são consideradas das  mais ecológicas, desde que não sejam desperdiçadas no lixo.</p>
<p><strong>2. </strong>Procure  produtos com a inscrição &#8220;Not tested on animals&#8221;, pois são aqueles  cujos testes não foram efectuados em animais. Tente saber quais são as  empresas que não efectuam este tipo de testes e dê preferência às marcas  que elas representam.</p>
<p><strong>3. </strong>Dê preferência a pilhas  recarregáveis. As pilhas, depois de usadas, libertam metais no ambiente,  como o zinco, o mercúrio, o cádmio, etc., que produzem efeitos nocivos  ao ecossistema e à saúde.</p>
<p><strong>4. </strong>Prefira produtos  biodegradáveis e recicláveis. Não utilize aerossóis com  clorofluorcarbonetos (CFC), pois estes contribuem para a destruição da  camada de ozono.</p>
<p><strong>5. </strong>Troque regularmente o óleo do seu carro e utilize um filtro anti-poluente no escape.</p>
<p><strong>6. </strong>Faça  a separação de papéis, vidros, latas e plásticos, para posterior  reciclagem. Desta forma, vai ajudar a diminuir o lixo acumulado e vai  permitir a obtenção de matéria-prima sem prejudicar o meio ambiente.</p>
<p><strong>7. </strong>Diminua  os gastos de electricidade. Dessa forma fará baixar o nível de dióxido  de carbono produzido pelas centrais eléctricas e contribuir para a  despoluição do ar.</p>
<p><strong>8. </strong>Tente adquirir electrodomésticos com o mínimo de CFCs possível. Esta é uma das formas de proteger a camada de ozono.</p>
<p><strong>9. </strong> No supermercado, tente utilizar sacos biodegradáveis (por exemplo, de  papel ou de pano) em vez dos usuais sacos de plástico que demoram uma  eternidade a degradarem-se naturalmente.</p>
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